Bancários de Campos dos Goytacazes protestam contra as reformas

Escrito por: CUT Rio • Publicado em: 10/11/2017 - 13:13 Escrito por: CUT Rio Publicado em: 10/11/2017 - 13:13

O dia de luta nacional contra as reformas do governo foi marcado em Campos dos Goytacazes por protestos no Centro da cidade. Com faixas e cartazes, ao som de banda de música e do Caveirão, o Sindicato dos Bancários realizou uma passeata de manhã até a Praça Quatro Jornadas, próximo à agência do Banco do Brasil, onde foi queimado o caixão de Temer e do governador pezão. Houve ato público no calçadão, que contou também com a participação de petroleiros, metalúrgicos, servidores estaduais, trabalhadores da construção civil e estudantes.

Centenas de pessoas que passavam pelo calçadão, centro financeiro da cidade, pararam para acompanhar o ato público. O presidente do Sindicato dos Bancários, Rafanele Alves, reforçou a necessidade de mobilização da classe trabalhadora para que a reforma trabalhista seja anulada.

"A reforma que começa a valer neste sábado representa um retrocesso histórico nas nossas conquistas. Não só os trabalhadores e trabalhadoras, mas os pequenos e médios empresários também vão sofrer, porque a perda do poder de compra da população afeta toda a economia. Vamos lutar para reverter este quadro e é também muito importante a luta para que a reforma da Previdência não passe no Congresso Nacional", disse Rafanele.

Título: Bancários de Campos dos Goytacazes protestam contra as reformas, Conteúdo: O dia de luta nacional contra as reformas do governo foi marcado em Campos dos Goytacazes por protestos no Centro da cidade. Com faixas e cartazes, ao som de banda de música e do Caveirão, o Sindicato dos Bancários realizou uma passeata de manhã até a Praça Quatro Jornadas, próximo à agência do Banco do Brasil, onde foi queimado o caixão de Temer e do governador pezão. Houve ato público no calçadão, que contou também com a participação de petroleiros, metalúrgicos, servidores estaduais, trabalhadores da construção civil e estudantes. Centenas de pessoas que passavam pelo calçadão, centro financeiro da cidade, pararam para acompanhar o ato público. O presidente do Sindicato dos Bancários, Rafanele Alves, reforçou a necessidade de mobilização da classe trabalhadora para que a reforma trabalhista seja anulada. A reforma que começa a valer neste sábado representa um retrocesso histórico nas nossas conquistas. Não só os trabalhadores e trabalhadoras, mas os pequenos e médios empresários também vão sofrer, porque a perda do poder de compra da população afeta toda a economia. Vamos lutar para reverter este quadro e é também muito importante a luta para que a reforma da Previdência não passe no Congresso Nacional, disse Rafanele.



Informativo CUT RJ

Cadastre-se e receba periodicamente
nossos boletins informativos.