Parlamentares do Rio de Janeiro que traíram os trabalhadores não merecem voltar

Candidatos à reeleição aprovaram projetos que retiraram direitos trabalhistas e sociais do povo brasileiro e agora querem os votos da classe trabalhadora. O recado é claro: votou, não volta!

Escrito por: CUT Brasil • Publicado em: 24/09/2018 - 13:21 Escrito por: CUT Brasil Publicado em: 24/09/2018 - 13:21

ALEX CAPUANO

Com a proximidade das eleições que definirão quem representará o estado do Rio de Janeiro no Congresso Nacional, a CUT alerta a população carioca que alguns candidatos, que hoje pedem o voto dos trabalhadores e trabalhadoras para se reelegerem, votaram contra a classe trabalhadora e a população mais pobre desse país.

Antes de votar nessas eleições, confira os deputados e senadores que aprovaram projetos que retiraram direitos do povo, como a reforma Trabalhista, a terceirização irrestrita, o congelamento dos investimentos públicos por 20 anos (PEC Teto dos Gastos) e a entrega do Pré-Sal. Os parlamentares que ajudaram o governo ilegítimo e golpista de Michel Temer (MDB-SP) a aprovar a maioria dos projetos são do PSC, MDB, PSDB, DEM, PSD e PHS.

O candidato à Presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, votou sim para todas as propostas que retiram os direitos dos trabalhadores, prejudicam os investimentos públicos, em especial das áreas da saúde e da educação, e que colocam em risco a soberania nacional, como o que permite a venda do patrimônio público a empresas estrangeiras.

Outros candidatos seguiram o mesmo caminho. Parlamentares conhecidos do eleitorado carioca, como Índio da Costa (PSD), Rodrigo Maia (DEM), Pedro Paulo (PMDB), Marco Antônio Cabral (PMDB), Roberto Sales (PRB) e Otávio Leite (PSDB), além de terem apoiado o impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff sem crime de responsabilidade, ajudaram a aprovar a maioria dos projetos que retirou os direitos da classe trabalhadora e agravou a crise política, econômica e social pela qual passa o país sob o comando do ilegítimo Temer.  

Para o presidente da CUT, Vagner Freitas, a classe trabalhadora precisa responder nas urnas aos ataques sofridos desde o golpe de 2016 e estar atenta à história dos candidatos e suas promessas.

“Muitos não são coerentes com o que falam e fazem. Votaram contra nós e agora querem os nossos votos”, disse Vagner.

A CUT alertou e continuará trabalhando para que os deputados e senadores que votaram contra o trabalhador não voltem nas eleições deste ano

- Vagner Freitas

Partidos que traíram a classe trabalhadora:

PSD

O deputado federal licenciado para disputar o cargo de governador do Rio de Janeiro, Índio Costa (PSD), foi a favor das privatizações e votou contra a soberania do Brasil, também ajudou a aprovar a PEC do Teto dos Gastos.

O Partido Social Democrático (PSD) orientou os candidatos a votarem sim para todas as propostas do governo ilegítimo de Temer. Disseram sim para o PL 4.567/16 (PLS 131/15), do senador José Serra (PSDB-SP), que desobrigou a Petrobras a ser operadora única dos blocos de exploração do Pré-Sal no regime de partilha de produção. Na votação, foram 292 votos a favor do projeto e 101 contra.

Foram favoráveis também ao PL 4.302/98, que permite a terceirização da mão de obra em todas as áreas das empresas, vencendo os 188 que foram contrários à medida. E não diferente com a reforma Trabalhista. Os parlamentares do PSD ajudaram a totalizar os 296 votos que aprovaram a reforma que precarizou o mercado de trabalho e legalizou o bico.  

DEM

Os deputados do Democratas do Rio de Janeiro, como Francisco Floriano, candidato a reeleição à deputado federal, também tiveram orientação do partido para votarem contra os trabalhadores e contra a soberania do Brasil. Votaram sim para a entrega do Pré-Sal, reforma Trabalhista e PEC da Morte.

Rodrigo Maia (DEM), que está licenciado para disputar à reeleição para o cargo do legislativo em Brasília, foi presidente da Câmara dos Deputados e o principal responsável por pautar medidas que afetam para pior a vida dos trabalhadores e trabalhadoras.

O deputado federal Pedro Paulo (DEM), também candidato à reeleição, está dizendo em sua campanha que vai investir em educação, caso seja eleito, mas esqueceu de avisar os eleitores que essa proposta não combina com o papel que desempenhou no Congresso Nacional ao aprovar o congelamento dos investimentos por 20 anos, sobretudo na área da educação.

PSC

O Partido Social Cristão (PSC) também orientou sua bancada a trair os trabalhadores e as trabalhadoras. O candidato à presidência pelo partido foi contra a soberania do País, defende as privatizações, a reforma trabalhista e a terceirização irrestrita.

MDB

Os deputados federais Pedro Paulo e Marco Antônio Cabral estão na disputa pela reeleição, mas também não têm compromisso com a classe trabalhadora. Todos eles votaram conforme orientação do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), partido do ilegítimo e golpista Temer.

PSDB

O deputado Otávio Leite, candidato à reeleição pelo Rio de Janeiro, também votou contra os trabalhadores. Orientado pelo partido do candidato à Presidência da República, Geraldo Alckmin, Otávio Leite disse sim para todas as pautas que prejudicam a classe trabalhadora e os brasileiros.

Título: Parlamentares do Rio de Janeiro que traíram os trabalhadores não merecem voltar, Conteúdo: Com a proximidade das eleições que definirão quem representará o estado do Rio de Janeiro no Congresso Nacional, a CUT alerta a população carioca que alguns candidatos, que hoje pedem o voto dos trabalhadores e trabalhadoras para se reelegerem, votaram contra a classe trabalhadora e a população mais pobre desse país. Antes de votar nessas eleições, confira os deputados e senadores que aprovaram projetos que retiraram direitos do povo, como a reforma Trabalhista, a terceirização irrestrita, o congelamento dos investimentos públicos por 20 anos (PEC Teto dos Gastos) e a entrega do Pré-Sal. Os parlamentares que ajudaram o governo ilegítimo e golpista de Michel Temer (MDB-SP) a aprovar a maioria dos projetos são do PSC, MDB, PSDB, DEM, PSD e PHS. O candidato à Presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, votou sim para todas as propostas que retiram os direitos dos trabalhadores, prejudicam os investimentos públicos, em especial das áreas da saúde e da educação, e que colocam em risco a soberania nacional, como o que permite a venda do patrimônio público a empresas estrangeiras. Outros candidatos seguiram o mesmo caminho. Parlamentares conhecidos do eleitorado carioca, como Índio da Costa (PSD), Rodrigo Maia (DEM), Pedro Paulo (PMDB), Marco Antônio Cabral (PMDB), Roberto Sales (PRB) e Otávio Leite (PSDB), além de terem apoiado o impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff sem crime de responsabilidade, ajudaram a aprovar a maioria dos projetos que retirou os direitos da classe trabalhadora e agravou a crise política, econômica e social pela qual passa o país sob o comando do ilegítimo Temer.   Para o presidente da CUT, Vagner Freitas, a classe trabalhadora precisa responder nas urnas aos ataques sofridos desde o golpe de 2016 e estar atenta à história dos candidatos e suas promessas. “Muitos não são coerentes com o que falam e fazem. Votaram contra nós e agora querem os nossos votos”, disse Vagner. A CUT alertou e continuará trabalhando para que os deputados e senadores que votaram contra o trabalhador não voltem nas eleições deste ano - Vagner Freitas Partidos que traíram a classe trabalhadora: PSD O deputado federal licenciado para disputar o cargo de governador do Rio de Janeiro, Índio Costa (PSD), foi a favor das privatizações e votou contra a soberania do Brasil, também ajudou a aprovar a PEC do Teto dos Gastos. O Partido Social Democrático (PSD) orientou os candidatos a votarem sim para todas as propostas do governo ilegítimo de Temer. Disseram sim para o PL 4.567/16 (PLS 131/15), do senador José Serra (PSDB-SP), que desobrigou a Petrobras a ser operadora única dos blocos de exploração do Pré-Sal no regime de partilha de produção. Na votação, foram 292 votos a favor do projeto e 101 contra. Foram favoráveis também ao PL 4.302/98, que permite a terceirização da mão de obra em todas as áreas das empresas, vencendo os 188 que foram contrários à medida. E não diferente com a reforma Trabalhista. Os parlamentares do PSD ajudaram a totalizar os 296 votos que aprovaram a reforma que precarizou o mercado de trabalho e legalizou o bico.   DEM Os deputados do Democratas do Rio de Janeiro, como Francisco Floriano, candidato a reeleição à deputado federal, também tiveram orientação do partido para votarem contra os trabalhadores e contra a soberania do Brasil. Votaram sim para a entrega do Pré-Sal, reforma Trabalhista e PEC da Morte. Rodrigo Maia (DEM), que está licenciado para disputar à reeleição para o cargo do legislativo em Brasília, foi presidente da Câmara dos Deputados e o principal responsável por pautar medidas que afetam para pior a vida dos trabalhadores e trabalhadoras. O deputado federal Pedro Paulo (DEM), também candidato à reeleição, está dizendo em sua campanha que vai investir em educação, caso seja eleito, mas esqueceu de avisar os eleitores que essa proposta não combina com o papel que desempenhou no Congresso Nacional ao aprovar o congelamento dos investimentos por 20 anos, sobretudo na área da educação. PSC O Partido Social Cristão (PSC) também orientou sua bancada a trair os trabalhadores e as trabalhadoras. O candidato à presidência pelo partido foi contra a soberania do País, defende as privatizações, a reforma trabalhista e a terceirização irrestrita. MDB Os deputados federais Pedro Paulo e Marco Antônio Cabral estão na disputa pela reeleição, mas também não têm compromisso com a classe trabalhadora. Todos eles votaram conforme orientação do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), partido do ilegítimo e golpista Temer. PSDB O deputado Otávio Leite, candidato à reeleição pelo Rio de Janeiro, também votou contra os trabalhadores. Orientado pelo partido do candidato à Presidência da República, Geraldo Alckmin, Otávio Leite disse sim para todas as pautas que prejudicam a classe trabalhadora e os brasileiros.



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